Vis eu

 

 É o maior concelho do distrito, abrangendo uma área de cerca de 507 quilómetros quadrados, reunindo trinta e quatro freguesias, com 95.842 habitantes: Abraveses, Barreiros, Boa Aldeia, Bodiosa, Calde, Campo, Cavernães, Cepões, Cota, Couto de Baixo, Couto de Cima, Faíl, Farminhão, Fragosela, Lordosa, Mundão, Orgens, Povolide, Ranhados, Repeses, Riba Feita, Rio de Loba, Santos Evos, São Cipriano, São João de Lourosa, São Pedro de France, São Salvador, Silgueiros, Torredeita, Vil de Souto, Vila Chã de Sá, Viseu (Coração de Jesus), Viseu (Santa Maria de Viseu), Viseu (São José). \"Antiqua et Nobilissima\", Viseu, cidade milenar, as suas origens perdem-se nas brumas do tempo. Aqui estanciaram os homens das idades remotas da pré-história e conviveram celtas e lusitanos; aqui se fixaram os romanos e passaram os povos invasores suevos, godos e muçulmanos. Foi pátria de D. Duarte, ducado de D. Henrique e inspirou Grão Vasco. Sucessivas gerações legaram monumentos artísticos de todas as idades. A Cava de Viriato, vasto recinto octogonal de origem romana. O conjunto arquitectónico ímpar constituído pela Sé Catedral, Museu de Grão Vasco, Passeio dos Cónegos, Torre de Aljube e Igreja da Misericórdia, que ladeiam o Adro da Sé. As igrejas e capelas, símbolos da religiosidade do povo beirão. Os muros e portas das muralhas, trechos da velha cerca afonsina. As casas senhoriais, dominadas pela beleza fria, mas majestosa, do granito; as janelas e portais manuelinos do velho burgo. Viseu, cidade jardim, pelos seus espaços verdes bem tratados, preservados do avanço do betão, onde se destacam pelas suas características e dimensão, os Parques Aquilino Ribeiro e do Fontelo, a par de jardins e recantos ajardinados. Viseu, terra de ricas tradições, onde ainda é possível adquirir objectos manufacturados, trabalho de artesãos que vão legando o seu saber às gerações vindoiras. Terra onde a mesa é recheada de ricas iguarias, acompanhadas pelos excelentes vinhos do Dão. Viseu, cidade moderna, onde desenvolvimento, quadra bem com tradição. Centro de convergência de modernas vias de comunicação. Viseu atravessa um surto de desenvolvimento, que se iniciou na década de 70. Cidade eminentemente comercial, abre-se ao investimento e à industrialização, antevendo-se que nos próximos anos, seja uma das três regiões nacionais com desenvolvimento nos sectores dos serviços e da indústria.